quinta-feira, 23 de abril de 2015

Dia Mundial do Livro

segunda-feira, 21 de março de 2011

A PRIMAVERA já chegou...

...e no próximo fim de semana, muda a hora.

(+1)


"Fixaste os confins da terra; verão e inverno, tu os fizeste." (Salmos 74:17)

"Esperavam-me como à chuva, abriam a boca como à chuva de primavera." (Jó 29:23)

"Quando começam a brotar, vendo-o, sabeis, por vós mesmos, que o verão está próximo." (Lucas 21:30)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Alimentos ao Sabor da História - Receitas e Curiosidades Autor: Câmara, Fortunato da Editora: Colares

Alimentos ao Sabor da História - Receitas e Curiosidades
Câmara, Fortunato da
O livro permite ao leitor/gastrónomo saciar a sua curiosidade com a identificação biográfica dos alimentos e reconhecer o seu percurso histórico, no qual os portugueses desempenharam um papel fundamental. A seguir propõe uma receita com a sua utilização requintada e prática. O autor, Fortunato da Câmara, sublinha como os portugueses são os responsáveis pela divulgação e circulação de alimentos entre continentes: Europa, África, Ásia e Américas. De salientar que «algumas obras-primas da natureza, como a beringela ou o ruibarbo, passaram incólumes em Portugal durante a época dos Descobrimentos e não deixaram rasto na matriz da cozinha tradicional portuguesa. Felizmente a recuperação de preciosidades como a cherovia ou a salicórnia, que existem em Portugal há largas décadas, parecem estar a dar os primeiros passos para se darem a conhecer depois de terem andado perdidas cá dentro. É ao sabor destas histórias que se faz a matéria deste livro.»

http://bertrand.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=279041

segunda-feira, 14 de março de 2011

Aimé Barroyer lançou o seu novo livro, Sabor a Mar


YouTube - Aimé Barroyer lançou o seu novo livro, Sabor a Mar
... no Internacional Design Hotel, em Lisboa. O livro, com fotografia de Mário Cerdeira, foi apresentado pelo gastrónomo Fortunato da Câmara. ...
www.youtube.com/video/JebrpLN7Ffs

quarta-feira, 2 de março de 2011

Lançamento do Livro: Alimentos ao Sabor da História, receitas e curiosidades on Vimeo

Alimentos para fugir � monotonia - Sol

Alimentos para fugir à monotonia
26 de Fevereiro, 2011Por Maria Francisca Seabra
Usada no séc. XIX, a cherovia perdeu importância. Mas é uma boa alternativa ao feijão verde cozido

Foi no Alto da Ajuda, em Lisboa, que Fortunato da Câmara aprendeu a lidar com «o tomate, os pimentos e as ervas aromáticas», que o pai cultivava num pedaço de terreno ao lado de um «bonito jardim».

Confessa ao SOL que a habilidade para saber onde deveria cair a semente na terra não era o seu «forte». Mas que ao comer os produtos biológicos que colhia com o irmão nasceu uma paixão pelo sabor da cozinha, que explora até hoje.

Alimentos, ao Sabor da História (Colares Editora) é o resultado de anos de trabalho em torno dos legumes, dos frutos e das plantas. O livro revela como os alimentos fizeram o seu percurso no tempo até ao lugar que ocupam hoje em casa ou no restaurante. E destaca alguns tipicamente portugueses ou que a História fez com que ficassem ligados à cultura nacional. Como é o caso do ruibarbo.

Segundo Fortunato, os portugueses foram os primeiros a comercializar este fruto, depois da descoberta do caminho marítimo para a Índia. «Mas infelizmente não há rasto do ruibarbo em Portugal». Pelo contrário, nos Estados Unidos, fazem-se sobremesas com esta espécie de aipo vermelho.

Outro exemplo é a cherovia, importante alimento da zona da Covilhã, no séc. XIX, e que hoje está afastada dos pratos, apesar de o gastrónomo reconhecer nela um grande potencial. «Dá--se bem nos solos gelados da Beira Interior e deveria ser um produto mais explorado, para evitar importarmos tantos legumes», salienta.

É esta cenoura branca, com a textura de um nabo, sabor ligeiro e aroma a avelã, que Fortunato redescobriu nas suas pesquisas pelas bibliotecas, à procura de histórias para o seu livro. Aconselha a cozinhá-la tal qual o marmelo - porque é adstringente quando crua, mas doce depois de reduzida a puré.

Fortunato da Câmara realça também a importância da salicórnia. Esta erva salgada, que nasce na Figueira da Foz ou em Alcácer do Sal, serve para acompanhar peixes. «A salicórnia tem também a particularidade de, a partir da sua cinza, ser possível extrair um composto para o fabrico de sabão ou vidro», explica.

Aconselha a usá-la numa receita de risoto para acompanhar costeletas de borrego grelhadas. Esta é uma das muitas sugestões de Alimentos, ao Sabor da História: «Brincadeiras que faço para os amigos, que considero as cobaias das minhas experiências».

Na verdade, o gastrónomo já transformou essas experiências em pratos que confecciona com frequência. Se há lição que aprendeu ao escrever este livro foi a de que «variar torna a alimentação muito mais interessante».

Por isso, recomenda «fugir da monotonia» do feijão verde e da cenoura cozidos. E também «da praga das batatas fritas e do arroz branco que acompanham 90% das refeições nos restaurantes».

francisca.seabra@sol.pt



Alimentos para fugir � monotonia - Sol

terça-feira, 1 de março de 2011

InterMagazine

2011-02-24

Barroyer com novo livro
O chefe Aimé Barroyer vai lançar o seu novo livro, Sabor aMar, dia 2 de Março às 17h30, no Internacional Design Hotel, em Lisboa. O livro, com fotografia de Mário Cerdeira, será apresentado pelo gastrónomo Fortunato da Câmara.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Colares Editora lança “Alimentos ao Sabor da História”

Colares Editora lança "Alimentos ao Sabor da História"
16 de Fevereiro de 2010, por Ana Filipa Luzia
 
"Alimentos ao Sabor da História" é lançado pela Colares Editora



A Colares Editora lança hoje pelas 18h na Fnac do Colombo o livro "Alimentos ao Sabor da História", da autoria do gastrónomo Fortunato da Câmara. A apresentação estará a cargo do jornalista David Lopes Ramos.

Contactado pelo mariajoaodealmeida.clix.pt, Fortunato da Câmara explicou que o objectivo da obra «é satisfazer a curiosidade das pessoas quanto a alguns alimentos, nomeadamente alimentos que estão historicamente muito ligados a Portugal, como os casos do Ruibarbo e da Salicórnia». Segundo o autor, a ideia surgiu a convite da Colares Editora, depois da sua crítica de restaurantes no semanário Sol ter terminado. "Estive na escola de Hotelaria e Turismo do Estoril mas nunca cheguei a acabar o curso: nunca quis trabalhar em cozinha mas sim aprofundar o meu conhecimento sobre gastronomia», explica o gastrónomo. E acrescenta: «Sou colaborador do jornal Sol desde a sua fundação e a determinada altura, terminada a crítica a restaurantes, comecei a fazer trabalhos sobre a cozinha e a história dos alimentos. Foi então que a Colares me convidou para escrever um livro mais aprofundado sobre este tema».

"Alimentos ao Sabor da História" é composto pela história de 55 alimentos, apenas frutas, legumes, ervas aromáticas e especiarias. Os textos são curtos e sem pendor académico, surgindo acompanhados de uma receita. «A minha ideia foi falar da história dos alimentos mas não na vertente nutricional: não é um livro de culinária mas sim de gastronomia», conclui Fortunato da Câmara.

 
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